Os três porquinhos e a realidade da criança

Por Priscilla M. S. Honorato1

Quem nunca ouviu aquela velha historinha dos três pequenos e travessos porquinhos, em que dois deles desejavam apenas brincar, sem se preocupar com as adversidades da vida?  Esse conto, fez e faz parte de nossas vidas. Traz-nos a magia de viver uma grande e prazerosa brincadeira, a compreensão sobre a necessidade de se cumprir as obrigações exigidas pela vida e um amadurecimento saudável.

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Para além da Posição Depressiva

Por Rafael Marques Menezes1

Tanto para um analista em formação, quanto para um psicanalista experiente, o momento de supervisão é muito rico. É para esse espaço que o profissional engajado em seu trabalho aprende, troca e elabora aquilo que foi, ou não, interpretado durante a análise do seu paciente. “Para além da Posição Depressiva” foi pensado nesse espaço, após a apresentação do trabalho de uma amiga psicanalista, e pela explicação do psicanalista supervisor Alexandre Esclapes que nos expões à reflexão.

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Abuso sexual: um perigo próximo

Por Joseval Campos dos Santos1

Nosso modelo atual de sociedade com relações mais abertas, onde os diálogos são mais possíveis vem aos poucos trazendo à tona a ponta do iceberg já conhecido em sua superfície e que agora começa a se aprofundar – abuso sexual de crianças e adolescentes. As relações familiares menos autoritárias, assim como os mecanismos de proteção legal e os centros de acolhimento, são instrumentos que de alguma forma encorajam os atores desse drama psíquico.

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Uma breve análise do Complexo de Édipo no Menino

Por Andreia Rodrigues dos Santos1

Por volta dos 3, 4 anos a criança já teve experiências de perder objetos que achava vitais em sua vida, ou seja, a criança edipiana é perfeitamente capaz de se representar à perda de um objeto que lhe era importante e temer que isso se repita. Nessa fase o prazer do menino já é voltado para o pênis. Representante do desejo o pênis é então dito falo. Falo não é o pênis enquanto órgão – falo é um pênis fantasiado, idealizado, símbolo da onipotência e de seu avesso, à vulnerabilidade.

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O Édipo no Menino o complexo que todos deveriam entender

Por Paula Carosio Araújo Saldanha1

Venho elucidar o que aprendi com o tema “Édipo do Menino” estudado no livro de J.D. Násio- Édipo o Complexo do qual nenhuma criança escapa”, e mais, como devemos aplicar esse conhecimento na prática clínica. Com a leitura da primeira parte do livro o qual trata-se especificamente do menino, vi o quanto é importante o entendimento de todo o Complexo de Édipo vivido por uma criança para que possamos analisar nossos pacientes na vida adulta.

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O complexo de Édipo revisitado: uma leitura de Násio

Por Terezinha Cavalcante Feitosa1

Este paper faz uma análise do Complexo de Édipo no menino de acordo com a concepção de Násio  (2007 p. 19-44).  As afirmações de autor (op.cit) sobre o Édipo no menino leva-nos a refletir tanto sobre nós quanto sobre aqueles que escutamos.  A reflexão sobre o tema instiga, durante a escuta do analisado, verificar como se deu o “afastamento” dos pais, ou seja, o processo de castração, posto que, se esse processo  for mal conduzido o sujeito poderá desenvolve determinado sintomas, e/ou dificuldades relacional tanto no que diz respeito ao aspecto afetivo quanto social, que na maioria das vezes os persegue durante toda a vida.

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