Édipo, o complexo do qual nenhuma criança escapa

Por Fernanda Lima Luggeri1

O escritor e psicanalista Juan David Nasio, escreveu o seguinte contexto na página 40: "O supereu é instituído graças a um gesto psíquico surpreendente: o menino abandona os pais como objetos sexuais e os mantém como objetos de identificação. Uma vez que não pode mais tê-los como objetos de seu desejo, apropria-se deles como objetos do seu eu; na impossibilidade de tê-los como parceiros sexuais, promete inconscientemente ser como eles – em suas ambições, fraquezas e ideais".

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Escola Britânica: psicanálise em expansão

Por Joseval Campos Dos Santos1 

A Escola Britânica de Psicanálise formou-se a partir do entendimento, elaboração e ampliação das diversas teorias já firmadas, configurando-se atualmente como uma das principais do mundo, Betty Joseph, Hanna Segal, Ester Bick, Irma Pick, Roger Money-Kyrle, construíram e ampliaram conceitos centrais na psicanálise, como o complexo de Édipo, identificação projetiva, transferência e contratransferência. Abaixo apresentarei breve resumo desses conceitos, elegendo um deles para discussão.

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Contribuições psicanalíticas pós-kleinianos

Por Paula Carosio Saldanha1

Nesse artigo destaca-se a importância de cada Psicanalista estudado da escola Britânica e seus principais pontos teóricos.
Hanna Segal: No artigo “Depressão no esquizofrênico” Hanna Segal vem nos mostrar que no desenvolvimento do Esquizofrênico, pode-se alcançar a posição depressiva, descrita por Melanie Klein. Ao sentir suas ansiedades depressivas o paciente projeta-as através da identificação projetiva. Para isso ocorrer é necessário o ego do bebê estar integrado para vivenciar uma relação de objeto total.

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Autores pós-kleinianos

Por: Júnior Grings1

Hanna Segal: Depressão no esquizofrênico e notas sobre a formação de símbolos - Muitas vezes se forma um depressivo dentro da posição Esquizioparanoide, através das interpretações das ansiedades persecutórias e suas defesas. Com isso os esquizofrênicos têm acesso à posição depressiva, esse acesso é cíclico e temporário, e que com o decorrer da análise esses ciclos tendem a ser maiores e mais duradores.

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Revisitando o pensamento da Escola Inglesa de Psicanálise

Por Terezinha Cavalcante Feitosa1

Este trabalho resgata a concepção de diferente autores  da Escola Inglesa de Psicanálise a partir dos artigos de Hanna Segal (1955;1956); Betty Joseph (1975; 1987) Roger Money –Kyrle (1955); Irma Brenman Pick (1985); Edna O’ Shaughnessy (1987); Herbert Rosenfeld (1971). Esses autores resgatam conceitos trabalhados por Freud, Melaine Klein...

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Sexualidade: um breve ensaio

Por Marcelo Moya1

E também aqui "há trabalho suficiente para se fazer nos próximos cem anos – nos quais nossa civilização terá que aprender a conviver com as reivindicações de nossa sexualidade" S. Freud.

O que a sexualidade teria a ver com cada um de nós? Como lidar com este tema que há séculos se arrasta cercado de contradições, encantos, desencantos e até de mistérios? O que sabemos e o que ainda podemos aprender sobre isso? Qual o lugar da sexualidade neste mundo contemporâneo de múltiplas faces? Ainda é um tabu ou porventura teria assumido dimensões perversas na civilização?

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Algumas considerações clínicas sobre os autores pós- kleinianos

Por Andreia Rodrigues dos Santos1

H. S. em seu trabalho demonstra que existem aspectos depressivos na esquizofrenia. Dentro da posição esquizo-paranoide, pode haver um núcleo depressivo que é atingindo pelas interpretações das ansiedades persecutórias e seus mecanismos de defesa. O acesso a P.D. é momentâneo e cíclico.

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Uma breve abordagem sobre os autores pós-kleinianos

Por Yuri Moreira Avallone¹

O objetivo deste trabalho é fazer uma leve abordagem do material trabalhado nos estudos sobre os Pós kleinianos, vamos tratar aqui apenas de partes dos artigos e não estes como um todo. Começando por Hanna Segal, dentro do artigo “Depressão no esquizofrênico”...

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Teoria e prática aplicados a um caso clínico de toxicomania

Por José Eduardo Fávaro¹

Um paciente (homem, 43 anos, dependente químico) chega ao consultório sorridente, após 19 dias sem fazer uso da cocaína, sem apresentar agitação, pupilas dilatadas ou agressividade... e que são condizentes com sua aparência, conduta e verbalização. Conta que está frequentando as reuniões da igreja e de um curso para adictos e está determinado a parar o seu vício.

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