A fobia do pequeno Hans

Por Adilton Medeiros Costa1

No histórico do pequeno Hans Freud nos mostra um caso clínico de fobia, nos proporciona uma riqueza de detalhes referentes à teoria da sexualidade infantil. Assim como deixa claro o narcisismo primário e sua evolução para a relação de objeto.

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Uma visão do Caso Dora

Por Adrina Machado Gomes1

Dora iniciou sua análise quando ela estava com 18 anos, foi levada para tratamento por seu pai a quem Freud atendeu com sucesso em uma época em que ele apresentava um problema oriundo da sífilis. A paciente morava com seus pais e um irmão um ano e meio mais velho que ela. Dora era carinhosamente apegada ao pai que apresentou durante a vida diversas enfermidades e tinha na filha uma cuidadora, companheira e confidente.

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Relato de um gay que queria ser hétero

Por Alex Castro1 

… precisava declarar a admiração que sinto por vocês. Na verdade, não só pelo criador e pelos colaboradores, mas por todos os homens “heterossexuais”, pois sou homossexual, e confesso que isto é uma das piores coisas do mundo. EU ODEIO ISSO EM MIM. Já tentei mudar, mas infelizmente não consigo.

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A bolha e você

Por Victor Lisboa1

David Vetter ficou conhecido na década de 70 como o menino bolha (the bubble boy). O pobre garoto nasceu com uma deficiência tão severa em seu sistema imunológico que precisava isolar-se do mundo e viver num ambiente totalmente esterelizado. Médicos e cientistas então projetaram uma bolha de plástico, dentro da qual David ficava protegido dos germes do mundo exterior. Sua história inspirou, em 1976, um drama cinematográfico com John Travolta e, em 2001, uma comédia sofrível.

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O Caso Dora - uma análise

Por Hélio de Lima Júnior1

Freud em seus estudos, nota-se seu interesse sobre a importância dos sonhos e uma descrição de algumas das peculiaridades do pensamento inconsciente. Há apenas vislumbres do orgânico - as zonas erógenas e a bissexualidade.

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Pulsão, o Eu e o Objeto

Por Sérgio Rossoni1

"Pulsão – Processo dinâmico que consiste numa pressão ou força (carga energética) que faz o indivíduo tender para um objetivo".
Laplanche e Pontalis – Vocabulário de Psicanálise – pg. 394.A partir do conceito de pulsão, Freud definiu como Pulsão de vida esta carga energética que visa conduzir o ser para seu estado de plenitude. A pulsão de vida aponta para o “outro”; Nela podemos incluir o amor, o sexo, etc.

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A criação de símbolos na neurose obsessiva

Por Sérgio Rossoni1

Podemos entender por aparelho psíquico a expressão que ressalta certas características que a teoria freudiana atribui ao psiquismo: a sua capacidade de transmitir e de transformar uma energia determinada e a sua diferenciação em sistemas ou instâncias. (Laplanche e Pontalis – Dicionário de Psicanálise – pg 29).

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A produção do sujeito no sistema capitalista - A virtualidade do sistema

Por Alê Esclapes1

Virtualidade e Ciência Social: A maior relatividade da economia é flutuar sobre os sentidos da massa sem conseguir atravessá-la, sem conseguir racionalizar os processos subjetivos com os quais a massa trabalha. Prefere-se falar em 'processos subjetivos' quando se fala em determinação de preço, em valor utilidade como se fosse uma mera quantificação de produtos em consumo.

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Sigmund Freud - Vida e obra

Por Ale Esclapes1

Nascido em 6 de maio de 1856 em uma pequena vila morávia de Freiberg que foi anexada pela Tchecoslováquia, migrou para Viena ainda criança, por esse motivo muitas vezes é chamado de austríaco. Filho de Jacob Freud e de sua terceira mulher Amalie Nathanson (1835-1930). Seu nome de batismo segundo a bíblia da família é “Sigismund Schlomo”, nunca tendo utilizado o Schlomo e adotando desde sua entrada para universidade em 1873 o nome de Sigmund.

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