Sigmund Freud - Vida e obra

Por Ale Esclapes1

Nascido em 6 de maio de 1856 em uma pequena vila morávia de Freiberg que foi anexada pela Tchecoslováquia, migrou para Viena ainda criança, por esse motivo muitas vezes é chamado de austríaco. Filho de Jacob Freud e de sua terceira mulher Amalie Nathanson (1835-1930). Seu nome de batismo segundo a bíblia da família é “Sigismund Schlomo”, nunca tendo utilizado o Schlomo e adotando desde sua entrada para universidade em 1873 o nome de Sigmund.

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Interpretação e transferência

Por Sérgio Rossoni1

O principal instrumento do psicanalista é a interpretação com base teórica de referência existencial inconsciente. “No tratamento, comunicação feita ao sujeito, visando-lhe dar acesso a esse sentido latente, segundo as regras determinadas pela direção e evolução do tratamento”(Laplanche e Pontalis – Interpretação – página 245 – Dicionário da Psicanálise – 4º ed. - São Paulo – Martins Fontes).

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A questão do suicídio na teoria de D.W. Winnicott

Por Flávio Del Matto Faria1

A preocupação de Winnicott com a questão do suicídio foi constante e apesar de não ter publicado textos específicos sobre esse tema, ele o mencionou em uma grande quantidade de artigos ao longo de sua obra. Em alguns de seus trabalhos essa preocupação é sublinhada pela avaliação dos riscos potenciais de suicídio devidos à extrema vulnerabilidade, não apenas dos pacientes que se apresentavam regredidos aos estágios de máxima dependência, mas também daqueles cuja doença podia estar oculta sob o manto da aparente normalidade.

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As divergências entre a psicanálise e a psiquiatria estão mal focadas!


Por Christian Ingo Lenz Dunker1

“Freud dizia que a relação entre a psicanálise e a psiquiatria seria semelhante à que encontramos entre o urso-polar e a baleia. Como vivem em ambientes diferentes, a comunicação e colaboração entre ambos seria improvável ou impossível. Freud mostrou-se um péssimo climatologista. Não previu que os buracos na camada de ozônio derreteriam as geleiras e que, em meio ao desastre ecológico, finalmente ursos-polares e baleias poderiam vir a fazer parte do mesmo ambiente.

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Sem memória e sem desejo

Por Alê Esclapes1

Um famoso psicanalista chamado Bion escreveu uma frase célebre que até hoje é discutida entre os psicanalistas – “O analista deve estar na sessão sem desejo e sem memória”. Eu me pergunto se todos nós não deveríamos estar no mundo “sem desejo e sem memória”. Mas antes de responder a minha própria pergunta, gostaria de analisar um pouco mais a fundo o que chamamos de memória.

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Entrevista Chritopher Bollas - Pulsional impiedoso e a receptividade materna


Por Christopher Bollas1

Percurso: O Sr. poderia nos contar sobre sua trajetória intelectual, transitando da literatura e da história para a psicanálise?
Bollas: O fato desta revista ter uma vertente psicanalítica francesa me leva a uma resposta muito particular: não há possibilidade de responder sua questão porque qualquer coisa que eu diga a este respeito seria falso.

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Incorporação e introjeção em Winnicott

Por Elsa Oliveira Dias1

O estudo visa explicitar o significado específico que Winnicott atribui aos conceitos de incorporação e de introjeção, diferente daquele dado pela teoria psicanalítica tradicional. O trabalho mostra, ainda, que a distinção entre esses conceitos, formulada à luz da ideia de amadurecimento e derivada da distinção mais ampla entre psique-soma e mente – é altamente elucidativa na compreensão de falhas que caracterizam as patologias primitivas.

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Entrevista Ivan Capelatto para o Jornal de Londrina

Por Ivan Roberto Capelatto1

Gosto muito de gente. Uma das felicidades da minha profissão de jornalista é estar sempre conversando com pessoas, especialmente a gente comum. Acabo conhecendo um pouco de sujeitos maravilhosos, os quais eu não encontraria se não fosse repórter. Gosto de saber como pensam, agem e reagem, como se movem na vida, suas dores e alegrias.

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Tempos esquizofrênicos

Por Ale Esclapes 1

"A maioria das mulheres não se casariam com homens gordos", diz estudo. "Pesquisa do Hospital do Coração mostra que homens da classe "A" são os que mais rejeitam união com mulher obesa". "Na avaliação de 81% dos entrevistados, o excesso de peso também interfere no sucesso profissional".

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Homossexualidade e perversão

Por Alê Esclapes 1

Durante muito tempo a homossexualidade foi entendida como uma perversão do ponto de vista da psicanálise, e talvez ainda hoje alguns teóricos tenham essa visão. Mas isso ainda é uma interpretação da lógica freudiana baseada na noção pênis com vagina contida nos “Três ensaios da sexualidade” – uma visão no mínio discutível.

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