Este é o meu corpo

Por J. P. Coutinho1

Contemplo exércitos de infelizes que marcham para dentro da academia em busca de formas perfeitas. Caro leitor: você está contente com o seu corpo? Pense bem. Olhe-se bem. Os ingleses não estão.

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Por que sentimos inveja dos outros?

Por Camilo Rocha1

A inveja é uma das nossas vilãs preferidas, desde tempos imemoriais. A ideia do “olho mau” aparece em registros de diferentes povos do mundo antigo, sempre como algo do qual precisamos nos proteger¹.

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As perversas chuvas de verão

Por Ale Esclapes1

Donald Meltzer definiu de uma forma muito particular a perversão na psicanálise, e John Steiner seguindo seus passos fez uma excelente contribuição à psicanálise ao se inspirar em Bion. Esses três autores nos legaram uma nova interpretação do mito de Édipo – este mito seria menos sobre desejos que sobre verdades.

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Um olhar para a violência presente na sociedade

Por Pe. Ernani Maia dos Reis¹ 

Algumas palestras tiveram, como pano de fundo, um dos acontecimentos mais perversos da história humana: o holocausto dos judeus representado em Auschwitz. Ora, “a violência como sintoma da contemporaneidade” está evidente nesse massacre, pondo fim ao sonho de que, em tempos de tantos progressos, a ciência poderia elevar o patamar moral e ético da humanidade.

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Homofobia e a violência da intolerância

Por Navanethem Pillay (Navy Pillay)1

Seth Walsh tinha 13 anos quando foi até o jardim da casa onde morava com sua família, na Califórnia, e se enforcou. Seth é um dos seis adolescentes que sabemos que se suicidaram nos EUA, só em setembro, devido ao que sofreram nas mãos de perseguidores homofóbicos.

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A vida de um ansioso

Por Mariana Staudt1

Nervosismo, expectativas, preocupações. Quem sofre de ansiedade não leva uma vida fácil. Os dias e as horas demoram a passar e, às vezes, seguem um ritmo diferente das outras pessoas. Apesar de ele mesmo não ser, seja paciente com o ansioso! 
Não julgu­e um ansioso. Ele não faz por mal. E garanto: ele gostaria de viver a vida de acordo com o relógio que as outras pessoas vivem.

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Do Eu ao Édipo

Por Sérgio Rossoni1

O conceito mais básico de objeto é de representação de coisas – Consiste num investimento, se não de imagens mnésicas mas afastadas, derivados dela. Deriva da coisa essencialmente visual, percebida pelo inconsciente. (Laplanche e Pontalis – Dicionário da Psicanálise). A representação de coisas pode ser exemplificada como um ator, enquanto a phantasia uma peça de teatro. Como mecanismo de defesa, a cisão vem separar objetos bons e maus.

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Saia Justa

Por Alê Esclapes1

Recentemente no Programa Saia Justa do canal GNT discutia-se sobre o papel do homem e da mulher modernos (aliás, parece que em todos os programas o tema é o mesmo). Nesse especificamente as mulheres reclamavam que os homens deveriam ajudar mais as mulheres, “dividir” o fardo, etc... O jornalista Xico Sá se colocou de forma muito simpática, mas no final disse – “Não me venham com essa conta que não pago!”. Isso me faz lembrar da relação entre ética, responsabilidade e significante.

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Considerações sobre a teoria dos sonhos

Por Janete Vilella1

A Psicanálise é um termo que serve para se referir a uma teoria, a um método de investigação e a uma prática profissional (clínica). No desenvolvimento da Psicanálise, Freud produziu tudo isso ao mesmo tempo. Porem, ela é, antes de tudo, um método, um instrumento de pesquisa, sendo que a obra mais importante e decisiva na sua historia, é a “Interpretação de Sonhos”, exatamente por estar voltada para o estudo de problemas clínicos.

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