Uma breve análise do Complexo de Édipo no Menino

Por Andreia Rodrigues dos Santos1

Por volta dos 3, 4 anos a criança já teve experiências de perder objetos que achava vitais em sua vida, ou seja, a criança edipiana é perfeitamente capaz de se representar à perda de um objeto que lhe era importante e temer que isso se repita. Nessa fase o prazer do menino já é voltado para o pênis. Representante do desejo o pênis é então dito falo. Falo não é o pênis enquanto órgão – falo é um pênis fantasiado, idealizado, símbolo da onipotência e de seu avesso, à vulnerabilidade.

Administrador
Leia mais
Escola Britânica: psicanálise em expansão

Por Joseval Campos Dos Santos1 

A Escola Britânica de Psicanálise formou-se a partir do entendimento, elaboração e ampliação das diversas teorias já firmadas, configurando-se atualmente como uma das principais do mundo, Betty Joseph, Hanna Segal, Ester Bick, Irma Pick, Roger Money-Kyrle, construíram e ampliaram conceitos centrais na psicanálise, como o complexo de Édipo, identificação projetiva, transferência e contratransferência. Abaixo apresentarei breve resumo desses conceitos, elegendo um deles para discussão.

Administrador
Leia mais
Contribuições psicanalíticas pós-kleinianos

Por Paula Carosio Saldanha1

Nesse artigo destaca-se a importância de cada Psicanalista estudado da escola Britânica e seus principais pontos teóricos.
Hanna Segal: No artigo “Depressão no esquizofrênico” Hanna Segal vem nos mostrar que no desenvolvimento do Esquizofrênico, pode-se alcançar a posição depressiva, descrita por Melanie Klein. Ao sentir suas ansiedades depressivas o paciente projeta-as através da identificação projetiva. Para isso ocorrer é necessário o ego do bebê estar integrado para vivenciar uma relação de objeto total.

Administrador
Leia mais
Édipo, o complexo do qual nenhuma criança escapa

Por Fernanda Lima Luggeri1

O escritor e psicanalista Juan David Nasio, escreveu o seguinte contexto na página 40: "O supereu é instituído graças a um gesto psíquico surpreendente: o menino abandona os pais como objetos sexuais e os mantém como objetos de identificação. Uma vez que não pode mais tê-los como objetos de seu desejo, apropria-se deles como objetos do seu eu; na impossibilidade de tê-los como parceiros sexuais, promete inconscientemente ser como eles – em suas ambições, fraquezas e ideais".

Administrador
Leia mais
Autores pós-kleinianos

Por: Júnior Grings1

Hanna Segal: Depressão no esquizofrênico e notas sobre a formação de símbolos - Muitas vezes se forma um depressivo dentro da posição Esquizioparanoide, através das interpretações das ansiedades persecutórias e suas defesas. Com isso os esquizofrênicos têm acesso à posição depressiva, esse acesso é cíclico e temporário, e que com o decorrer da análise esses ciclos tendem a ser maiores e mais duradores.

Administrador
Leia mais
Revisitando o pensamento da Escola Inglesa de Psicanálise

Por Terezinha Cavalcante Feitosa1

Este trabalho resgata a concepção de diferente autores  da Escola Inglesa de Psicanálise a partir dos artigos de Hanna Segal (1955;1956); Betty Joseph (1975; 1987) Roger Money –Kyrle (1955); Irma Brenman Pick (1985); Edna O’ Shaughnessy (1987); Herbert Rosenfeld (1971). Esses autores resgatam conceitos trabalhados por Freud, Melaine Klein...

Administrador
Leia mais
Sexualidade: um breve ensaio

Por Marcelo Moya1

E também aqui "há trabalho suficiente para se fazer nos próximos cem anos – nos quais nossa civilização terá que aprender a conviver com as reivindicações de nossa sexualidade" S. Freud.

O que a sexualidade teria a ver com cada um de nós? Como lidar com este tema que há séculos se arrasta cercado de contradições, encantos, desencantos e até de mistérios? O que sabemos e o que ainda podemos aprender sobre isso? Qual o lugar da sexualidade neste mundo contemporâneo de múltiplas faces? Ainda é um tabu ou porventura teria assumido dimensões perversas na civilização?

Administrador
Leia mais
O complexo de Édipo revisitado: uma leitura de Násio

Por Terezinha Cavalcante Feitosa1

Este paper faz uma análise do Complexo de Édipo no menino de acordo com a concepção de Násio  (2007 p. 19-44).  As afirmações de autor (op.cit) sobre o Édipo no menino leva-nos a refletir tanto sobre nós quanto sobre aqueles que escutamos.  A reflexão sobre o tema instiga, durante a escuta do analisado, verificar como se deu o “afastamento” dos pais, ou seja, o processo de castração, posto que, se esse processo  for mal conduzido o sujeito poderá desenvolve determinado sintomas, e/ou dificuldades relacional tanto no que diz respeito ao aspecto afetivo quanto social, que na maioria das vezes os persegue durante toda a vida.

Administrador
Leia mais
Uma breve abordagem sobre os autores pós-kleinianos

Por Yuri Moreira Avallone¹

O objetivo deste trabalho é fazer uma leve abordagem do material trabalhado nos estudos sobre os Pós kleinianos, vamos tratar aqui apenas de partes dos artigos e não estes como um todo. Começando por Hanna Segal, dentro do artigo “Depressão no esquizofrênico”...

Administrador
Leia mais