A Instituição

A Escola Paulista de Psicanálise conta com uma trajetória de 10 anos no ensino do campo clínico e de investigação teórica da psique humana, desenvolvido por Sigmund Freud. 

Fundada em 2007, por Alexandre Esclapes, deu início às suas atividades com apenas um tripé e uma câmera. Na época, o projeto foi chamado de “Estudos Psicanalíticos Kleinianos”.

Algo que começou com um único objetivo de levar conhecimento da psicanálise de forma simples e acessível a todos, em pouco tempo ganhou força. Novos módulos foram gravados e novas atividades realizadas. O conteúdo oferecido ficou tão rico, que os alunos passaram a pedir um curso de formação em psicanálise on-line.

Apesar do grande desafio de se projetar um curso de formação de psicanalistas que atendesse requisitos que fossem além da teoria, mas que oferecesse também análise e supervisão, foi conquistado através do desenvolvimento de um método completo de ensino no formato EAD. Então, em abril de 2010, a Escola Paulista de Psicanálise - EPP foi oficialmente fundada e ganhou este nome para que não fosse confundida com uma única linha de pensamento da psicanálise.

Nos primeiros anos, seu método foi aprimorado. Em dezembro de 2011, a EPP iniciava uma nova fase, através do teste de grupos de estudos online. Rapidamente descobriu-se que existia um forte aspecto transferencial entre aluno e professor. E onde quer que exista transferência, existe análise e, portanto, supervisão. O currículo foi remodelado e o formato atual estabelecido: dois anos de teoria e um ano de supervisão, tudo em apenas um único curso da EPP.

Neste período, somente a análise pessoal era feita fora da Escola, devendo ser comprovada por atestado. Algo que não demoraria muito para ser modificado.

A primeira turma do Programa de Formação em Psicanálise teve início em fevereiro de 2012, com um acompanhamento satisfatório e um currículo didático. Os alunos caminhavam nos estudos conforme o planejado. Neste mesmo período, as professoras Fernanda Nascimento e Vera Garcia passaram a cuidar dos Grupos de Estudos.

As primeiras turmas em estágio surgiam em 2013, ano em que também se iniciou o Atendimento em Psicanálise da EPP. Hoje, a Escola realiza cerca de 1.000 atendimentos anuais, sendo que 95% são online.

Ainda em 2013, foram iniciadas as conferências teórico-clínicas (hoje Cursos Breves) no auditório da Livraria Martins Fontes, com o objetivo de levar à comunidade um pouco do conhecimento e pesquisa da EPP e ampliar o leque de temas estudados pela Escola e pelo Instituto.

Em seguida, foi criado o Instituto Sándor Ferenczi (hoje Cursos Breves) para atender dois fatores: o estudo da teoria a partir da prática clínica, que não deveria se restringir a um currículo escolar, mais sim ir além e pressupor liberdade; e manter o psicanalista dentro de uma comunidade. Com isso, o Instituto passou a ser responsável por projetos de pesquisa, publicações, jornadas, seminários e demais programações, tornando-se a “casa” dos psicanalistas formados pela EPP.


Com o tema “Diversidade Sexual”, em novembro do mesmo ano,  o Instituto realizou sua primeira jornada e sua primeira publicação. O que abriu caminho para uma série de outras programações: “A histeria na atualidade” (2014), “Contratransferência(s)” (2015) e “A formação do analista” (2016).

Em 2016, foi realizado o primeiro encontro regional da cidade de Bauru. Mesmo ano em que o Instituto passou a levar o nome de Melanie Klein, voltando às origens Kleinianas.

Hoje, a Escola Paulista de Psicanálise (EPP) já é conhecida nacionalmente e possui alunos em diferentes estados brasileiros. A adesão dos alunos formados ao Instituto Melanie Klein também cresce ano a ano, agregando cada vez mais membros efetivos, tornando-se uma séria comunidade de psicanalistas de todo o Brasil, cujo trabalho se dá de forma online.

 

Valores

A instituição se apoia no legado deixado por Sigmund Freud, baseando-se em três eixos: o desenvolvimento teórico,
a prática da psicanálise e a transmissão pela via da supervisão. 

Desenvolvimento Teórico: ensino das teorias psicanalíticas consagradas e necessárias para o exercício do ofício de psicanalista. Com apoio do Instituto Melanie Klein - IMK, a Escola busca ampliar e estimular o aprendizado constante durante e pós-formação do psicanalista, através do estudo dos psicanalistas contemporâneos, bem como o aprofundamento dos estudos dos mestres clássicos.   

Prática da Psicanáliseo primeiro contato prático que a instituição oferece no curso de formação de psicanalistas é ser um analisado. A EPP considera a análise pessoal fundamental para a compreensão do verdadeiro sentido da psicanálise. Não existe um psicanalista que não tenha tido uma verdadeira experiência analítica. Somente após essa etapa, o candidato estará apto a atender seus clientes, ponto focal e nodal da práxis e desenvolvimento psicanalítico. É através da permanência no eixo (sendo) paciente - (sendo) analista que se dá a formação constante do psicanalista. O indivíduo deverá constantemente manter-se em análise e na prática do atendimento. A Escola, em conjunto com o IMK, dispõe de um Programa de Atendimento junto à Comunidade, ONGs, demais instituições, permitindo assim a manutenção da prática do eixo central. 

A transmissão da práxis pela via da Supervisão: garantir que a prática à qual a instituição está inserida seja efetivamente transmitida ao futuro psicanalista, e somente elas. As supervisões também têm como finalidade o devido acolhimento e destino das contratransferências do analista, para que as mesmas não sejam bloqueio à prática e sim uma ferramenta de trabalho.


Lembramos que a psicanálise não é uma profissão regulamentada: portanto o MEC não credencia, reconhece ou fiscaliza nenhum curso de psicanálise. Nesse sentido não existe "diploma de psicanalista", e todos os nossos cursos são cursos livres. Por sua vez o Ministério do Trabalho sob o CBO (Classificação Brasileira de Ocupações) - Portaria nº 397/TEM de 09/10/2002, sob o nº 2515.50, regulamenta o profissional.

Expediente: 10hs. às 19hs. - segunda à sexta-feira.

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